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Porque virei adepta dos vestidos

Hoje vim comentar aqui com vocês uma grande revolta minha: as calças jeans!

Você deve estar estranhando, não é mesmo? Ainda mais eu que sou punk e revoltada.

Mas deixa eu te contar. Eu sempre usei muito jeans, uma grande parte do meu guarda roupa sempre foi calças no geral. Até que um dia comecei a sentir umas dores insuportáveis na região abdominal e na virilha.

Procurei o médico, passei por uma série de baterias de exames muito incômodas.

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Não houve nenhum resultado concreto, nenhuma doença, nada.

Ok, o que eu poderia fazer, não é?

Eis que um dia estava na casa da minha avó conversando sobre isso, e ela me deu a simples resposta e curta: jeans.

Eu fiquei sem entender no primeiro momento, afinal, como assim o jeans?

Ela me contou que quando algumas mulheres usam jeans muito apertados, isso acaba prendendo a circulação sanguínea, resultando nessa dores tão incômodas que eu sentia.

Sinceramente, não coloquei muita fé no que essa senhorinha me dizia, afinal, poderia ser coisa da idade.

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Mas depois de algum tempo, as dores continuaram e resolvi fazer um teste: ficar uma semana sem usar calça só para ver se realmente havia alguma melhoria ou era coisa da minha cabeça e da minha avó.

Optei por modelos de vestidos mais soltos, justos, diferenciados. Passei a usar saias ou calças mais soltas, como aquelas de tecidos para ballet.

E o resultado foi que as dores pararam, principalmente as que eu sentia ao redor da virilha quando me sentava ou fazia movimentos muito bruscos.

Então, esse é o motivo de todas aquelas dores. Por isso digo para vocês, que apesar de ser punk e tudo o mais, é preciso sim dar um tempo para o nosso corpo e entender as necessidades,

Por isso hoje, sou uma das mulheres mais adeptas a vestidos e ao conforto que essa peça de roupa oferece para o meu corpo.

Até o brigadeiro entrou na onda gourmet

Como já dito aqui no blog o brigdaeiro faz parte da cultura brasileira desde a década de 1950. O doce popularizou-se tanto que atualmente é possível encontrar diversas versões da receita  e é claro que ele não ficou distante da moda gourmet.

A moda gourmet é uma onda que fez com que qualquer comida por mais simples que seja (como o brigadeiro) tivesse uma cara de esnobe, mas uma fineza que vende muito. Existem diversas pessoas que criticam o movimento, pois complicam as receitas sem deixá-las de fato complexa ou verdadeiramente saboreadas e ainda vem com um manual de etiqueta (por exemplo a quantidade é sempre mínima).

O brigadeiro, por exemplo, ganhou diversas versões. Existe o brigadeiro com chocolate meio amargo, chocolate branco, de colher e enfeitado, com amêndoas, licores, castanhas, enrolados no chocolate ou açúcar refinado.

Nas festas de aniversário, principalmente, o brigadeiro tem tido uma nova cara diferente daquela tão conhecida polinha enrolada no chocolate granulado. Agora é possível também fazer o docinho em pequenos potinhos e com colher, o diminui o tempo de preparo (tanto no que diz respeito ao cozimento quanto a dispensa por enrolá-los).

A incisão do brigadeiro no mundo gourmet foi tão grande que atualmente existem as “brigaderias”, onde é possível saborear centenas de receitas diferentes de brigadeiro. Ele é misturado com diversos outros itens e frutas, fazendo com que a receita original ganhe várias caras e diferentes gostos do que o tradicional.

Algumas marcas também aproveitaram para comercializar o doce, por tanto é possível encontrar nos mercados os brigadeiros em lata. Há quem diga que com o tempo existirão também brigadeiros gourmet enlatados, outros dizem que caso isso acontecesse perderia a classe tão exigida pela moda.

brigadeiro gourmet

Qual é a história do brigadeiro?

 

O brigadeiro é um doce muito conhecido no Brasil. É difícil conhecer alguém no país que nunca o tenha experimentado. Além disso, é o preferido nas festas infantis entre outras diversas tantas ocasiões de comemoração. Entretanto, não é todo mundo que sabe que esse doce é uma criação brasileira e muito menos como que tornou-se tão popular.

eduardoA verdade é que o surgimento do Brigadeiro tem diversas versões, nenhuma pode se afirmar como definitiva.  A versão com mais credibilidade é de que nos anos 1980 o doce teria sido feito por senhoras que queriam homenagear o brigadeiro Eduardo Gomes  que concorria as eleições da presidência da republica para os anos de 1946 a 1950.

Os relatos contam que o doce teria sido criado por uma carioca que leva o nome de Heloisa Nabuco, natural do Rio de Janeiro e que seria simpatizante das ideias do militar. O doce era primeiramente servido nas festas eleitorais como uma forma de propaganda, mas com o tempo o nome e a receita – que é super fácil de fazer – caiu na boca do povo (literalmente!).

Em algumas regiões do país, como no Rio Grande do Sul o nome popular “brigadeiro” é substituído por negrinho. No entanto, na maior parte é mantido a denominação de origem. Atualmente a receita tornou-se tão conhecida a ponto de existir diferentes técnicas para fazê-lo ou ainda consumi-lo.brigadeiro

As receita original leva manteiga, ovos, leite, açúcar e chocolate. Com o tempo o leite foi substituído pelo leite condensado (muito vendido no Brasil ) e o chocolate facilmente se adaptou aos chocolates em pó, devido a facilidade. As receitas mais simples também abriram mãos dos ovos.Aprenda aqui como fazer o brigadeiro tradicional.